ࡱ> @zbjbjצצFDr?8888888Lt9t9t989L9LX :::::;;;^Q`Q`Q`QMQ4T4X$ZR\9X8<;;<<9X88::NXJJJ<8:8:^QJ<^QJJVzP@88Q:: Z.t9EP ^QdX0XPT]IN]QLL8888]8QD;";J;;;;;9X9XLL1P9$_JdLLP9  DISCIPLINA: GESTO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I SISTEMA OPERACIONAL MS-DOS (Microsoft Disk Operating System) 1 Semestre 2006 1 IA PROFESSOR SANDRO 1 - SISTEMA OPERACIONAL Um sistema operacional pode ser definido como um conjunto de programas especialmente feitos para a execuo de vrias tarefas, entre as quais servir de intermedirio entre o utilizador e o computador. Um sistema operacional, tem tambm como funo, gerir todos os perifricos de um computador. O sistema operacional mais conhecido o MS-DOS (Microsoft Disk Operating System) e o Windows. Podemos dizer que o SISTEMA OPERACIONAL o programa mais importante do computador porque ele gerencia, entre outras coisas, o armazenamento de informaes nos dispositivos como memria principal (RAM) e tambem memria Secundaria (HD Disco). Uma das atribuies do sistema operacional carregar na memria e providenciar a execuo dos programas que o usurio solicita. Mesmo quando um programa qualquer est em execuo, o sistema operacional pode continuar trabalhando. Por exemplo, muitos programas precisam realizar acesso ao teclado, vdeo e impressora, assim como acessos ao disco para ler e gravar arquivos. Todos esses acessos so realizados pelo sistema operacional, que fica o tempo todo ativo, prestando servios aos programas que esto sendo executados. O sistema operacional tambm faz um gerenciamento dos recursos do computador, para evitar que os programas entrem em conflito. Por exemplo, o sistema operacional evita que dois programas simultaneamente acessem a mesma rea da memria, o que poderia causar grandes problemas. O sistema operacional funciona como um "maestro", providenciando para que todos os programas e todos os componentes do computador funcionem de forma harmnica. O usurio tambm pode enviar alguns comandos para o sistema operacional. Existem Vrios tipos de sistemas operacionais: Mac OS, Msdos, Novell 4.11, OS2 Warp, Linux/Uns, Windows 3.11, Windows 95 e 98, Windows Nt, Windows Xp, Windows 2003 Server, etc. 2 - ESTRUTURA DO SISTEMA OPERACIONAL O funcionamento do SO bastante complexo, pois no executado em seqncia, com inicio meio e fim. Ele executado por rotinas predefinidas, baseadas em eventos dissociados do tempo. O SO formado por rotinas que oferecem servios ao usurio do sistema e as aplicaes dele. Essas rotinas so chamadas de ncleo do sistema, onde suas funes so: Tratamento de interrupes, Criao e eliminao de processos, Sincronizao e comunicao entre processos, Gerencia de memria, Escalonamento e controle dos processos, Preparao de entrada e sada. 3 - TIPOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS. MONOPROGRAMAVEIS/NONOTAREFA Enquanto o processador esta executando uma tarefa nao se consegue executar outra, enquanto nao acabar aquela anterior. Assim sendo a memoria, o processador e os perifericos ficam dedicados apenas a um procedimento. Estes sistemas operacionais estao ligados com o surgimento dos primeiros computadores, o MS-DOS trabalha desta forma. MULTIPROGRAMAVEIS/MULTITAREFA com o interesse de substituir os monoprogramaveis. Este tipo de sistema operacional sao mais complexos e eficientes, ao contrario dos monoprogramaveis que epans um programa utilizando diversos recursos, nos multiprogramaveis varios programas dividem este mesmo recurso. Assim quando se espera um programa ser gravado em disco podera estar processando outro programa no mesmo intervalo de tempo, o sistema operacional consegue assegurar isto e se preocupa com o gerenciamento do acesso corrente aos seus diversos recusos como memoria e perifericos. 4 - HISTRIA DO MS-DOS A histria de como o MS-DOS foi criado ilustra o imprevisvel curso de eventos na industria de computadores. O processador 8086 importante na histria do MS-DOS, j que este foi originalmente criado por Tim Paterson e a Seattle Computer Products, em 1980, para ser o sistema operacional de sua recentemente criada placa de CPU com um processador 8086. Quando a placa de CPU da Seattle Computer apareceu no mercado pela primeira vez, em meados de 1979, o MS-DOS ainda no estava nem na prancheta de seus criadores. A Digital Research havia anunciado que o s.o. CP/M-86 logo estaria pronto para operar o sistema 8086, e, ento, as espectativas ero de que nenhum outro sistema operacional seria mais necessrio. ( O sistema operacional CP/M da Digital Research era na poca o mais popular sistema operacional feito para os computadores que utilizavam o chip microprocessador 8080 ou o Z80 ) Entretanto, a chegada do CP/M-86 foi adiada, e aps esperar por quase um ano, a Seattle Computer decidiu criar seu prprio sistema operacional, denominando-o QDOS. Quatro meses depois, em agosto de 1980, o QDOS estava pronto para ser lanado no mercado. Pouco depois de seu lanamento, uma outra firma sediada em Seattle no estado de Washington, EUA, chamada Microsoft decidiu comprar o QDOS e fazer dele seu prprio sistema operacional sob o nome de MS-DOS. A microsoft tornou-se famosa por sua verso de BASIC, mas nunca havia antes vendido um sistema operacional. Alguns meses depois que o MS-DOS foi lanado, o CP/M-86 surgiu. A Microsoft lanou verses aperfeioadas do MS-DOS. Cada lanamento subsequente do MS-DOS chamado de uma nova verso, sendo estas verses numeradas. O primeiro lanamento do MS-DOS chamado de 1.0. A medida que foram feitos melhoramentos a microsoft lanou outras verses. Atualmente, a verso mais nova que esta no mercado a 6.22. O MS-DOS POR DENTRO: Muitas pessoas usam seus computadores com MS-DOS durante anos sem conhecer nada sobre o que o MS-DOS faz por elas. Mas um pouco de conhecimento pode ajuda-lo a usar o seu S.O. eficazmente. Tambm pode ajuda-lo a determinar os limites do que se pode esperar do MS-DOS. Se voc pudesse olhar o interior do MS-DOS, veria uma complicada massa de instrues de computador. Estas instrues so escritas em linguagem de mquina, que uma linguagem especial reconhecida pela CPU, que sabe como interpreta-la. Felizmente, no preciso saber linguagem de mquina para poder usar o MS-DOS, nem preciso saber como o MS-DOS executa seu trabalho. INICIALIZANDO O MS-DOS: Logo que se liga o computador, este acessa um determinado conjunto de informaes residentes na ROM-BIOS (Read Only Basic Input/Output System - um conjunto de programas residentes no computador que realiza as operaes de controle e superviso mais bsicas, de nvel mais baixo para o computador) do computador. Atravs das instrues da BIOS, feito o autoteste de inicializao (ou POST - Power-On Self-Test) que testa todas as caractersticas funcionais do computador (RAM, teclado, vdeo, drives, etc.). Logo aps o computador procura pelo sistema operacional no disquete que estiver no drive. Se no disquete houver o s. o., este ser carregado para a memria, caso contrario o computador solicitara sua troca p/ recomear o processo. O programinha gravado no registro de boot quem faz a carga do sistema operacional. No caso de no haver disquete no drive o disco rgido ser lido em busca do sist. operacioanal sendo ento o MS-DOS carregado do disco para a RAM e comea a rodar. Quando o MS-DOS esta pronto para receber um comando ou executar um programa, ele exibe um prompt na tela e aguarda at que voc lhe diga o que fazer. Um prompt simplesmente um sinal que indica que um programa (neste caso o MS-DOS) esta aguardando que voc digite algo. O prompt do MS-DOS, geralmente A> , B> ou C>, avisa que o DOS esta pronto para receber um comando do usuario. Para se executar um comando, simplesmente digita-se seu nome no teclado e a sequir pressiona-se a tecla RETURN ou ENTER. Aps voc dizer ao DOS o nome do comando, o sistema peracional tem de encontrar o respectivo programa. Ele tem duas escolhas sobre onde encontra-lo. Um comando pode estar interna ou externamente armazenado. Denominamos de RESIDENTES ou INTERNOS os comandos que aparecem na memria do microcomputador enquanto o MS-DOS estiver ativo, e de UTILITRIOS ou EXTERNOS os comandos que residem em discos e que so trazidos para a memria apenas quando solicitados. 1 INTRODUO AO MS-DOS. O MS-DOS apenas um exemplo de uma classe de programas de computador que so conhecidos como sistemas operacionais. A tarefa deste sistema operacional basicamente supervisionar e direcionar o trabalho a operao do computador. O DOS gerencia dispositivos, controla programas e processa comandos. O gerenciamento de dispositivos (impressora, discos, monitor, teclado, etc), envolve tudo o que necessrio para manter as partes do computador funcionando corretamente. O controle de programas envolve a preparao dos programas para execuo e fornecimento de servios para os programas funcionarem. O processo de comandos envolve solicitaes que o usurio faz ao sistema operacional para executar determinada tarefa. Dentre as diversas tarefas do DOS, o que vemos acontecer de fato, o que chamados de processamento de comandos. Esta tarefa nada mais que um programa que pedimos para o DOS executar, para realizar determinada tarefa. Ao solicitarmos um comando o DOS verifica em sua tabela interna (COMMAND.COM), caso encontre, o comando ser executado (comandos internos do MS-DOS), caso no encontre, ele procurar no disco o comando externo (so programas que possuem extenso .exe, .com ou .bat).Esta busca feita dependendo do caminho que estiver no comando Path. Exemplo de comandos Internos (Cls, Copy, Date, etc) e comandos externos = format, more, edit, tree, etc (Ver os arquivos em c:\windows\system32 S O Windowx XP). 2 - INICIALIZANDO O MS-DOS Logo que se liga o computador, este acessa um determinado conjunto de informaes residentes na memria ROM do computador (ROM - um conjunto de programas residentes no computador que realiza as operaes de controle e superviso mais bsicas, a nvel de hardware). Atravs das instrues da memria ROM, feito o autoteste de inicializao que testa todas as caractersticas funcionais do computador. Logo aps o computador procura pelo sistema operacional no disquete que estiver no drive. Se no disquete houver o S.O., este ser carregado para a memria, caso contrario o computador solicitara sua troca p/ recomear o processo. O programa gravado no registro de boot quem faz a carga do sistema operacional. No caso de no haver disquete no drive o disco rgido ser lido em busca do sistema. operacional sendo ento o MS-DOS carregado do disco para a RAM e comea a rodar. Quando o MS-DOS esta pronto para receber um comando ou executar um programa, ele exibe um prompt na tela e aguarda at que voc lhe diga o que fazer. Um prompt simplesmente um sinal que indica que o DOS esta aguardando que voc digite algo. 3 - CARACTERSTICAS Sistema Operacional que se caracteriza por ser monousurio e monoprogramado. A comunicao do usurio com o MS-DOS ocorre de dois modos, o modo interativo e o modo batch. a) Modo Interativo: Propriedade de executar um comando no instante em que foi digitado atravs do prompt que um sinal que indica que o DOS esta pronto para executar seus comandos. b) Modo batch: Tambm chamado de comandos em lote, ou seja, uma seqncia de comandos que sero executados na ordem em que aparecem. Os comandos desejados devem ser colocados em ordem seqencial em um arquivo que pode ser criado por um processador de textos. O prompt do MS-DOS, geralmente A:> , B:> ou C:>, avisa que o DOS esta pronto para receber um comando do usurio. Para se executar um comando, simplesmente digita-se seu nome no teclado e a seguir pressiona-se a tecla ENTER. 4 - DIRETRIOS E ARQUIVOS a) Diretrio: Poro lgica de espao em disco associada a um nome. Um usurio pode criar um diretrio e dar um nome a ele. Um diretrio pode possuir vrios subdiretrios que por sua vez podem possuir tambm vrios subdiretrios, formando desta forma o que chamamos de estrutura hierrquica de diretrios. Estes diretrios podem conter tambm arquivos (programas, aplicativos, utilitrios, conjunto de dados). A finalidade de se usar diretrios reside na necessidade de se organizar o disco, de modo a separar os arquivos de acordo com interesses especficos. b) Arquivos: Os nomes de arquivos possuem nome e extenso, separada do nome por um ponto (.). So vlidas para o nome e extenso qualquer letra do alfabeto, minscula ou maiscula e dgitos numricos. Os caracteres < > . , ; : no podem ser utilizados pois o MS-DOS os utiliza para outros propsitos. Existem algumas extenses pr-definidas, que so as especificadas abaixo: .BAK - arquivos de backup. .DOC - arquivo documento, arquivo texto. .TXT - arquivo texto. .XLS arquivo planilha do excel. .BAT - arquivo de comandos em lote. .EXE - programa executvel. 5 - UTILIZAO DE REFERNCIA GLOBAL OU MLTIPLA A ARQUIVOS Utilizada quando se deseja fazer referncia a um grupo de arquivos que possuem nomes semelhantes. Para tanto utiliza-se o " * " e a " ? ", sendo que o primeiro utilizado para substituir uma cadeia de caracteres e o segundo apenas um caractere. Ex: - analise.dat kc.txt - alcool.doc ka.txt - carta.txt kb.doc - dollar.txt ka.doc *.* -> tratado como ????????.??? e faz referncia a todos os arquivos. *.txt -> referencia todos os arquivos c/ extenso .txt no importando o nome. a*.* -> referencia todos os arquivos que comeam com " a " e tem qualquer extenso. ??LL*.* -> faz referencia ao arquivo dollar.txt pois o nico que possui dois " l " aps os 2 primeiros caracteres. k?.txt -> referencia todos os arquivos que comeam c/ " k " e cuja extenso .txt (kc.txt, ka.txt) 6 - PROMPT (PRONTO) DO SISTEMA O C > ( ou A >, se o boot tiver sido feito via disquete) chamado pronto do sistema, pois o sistema esta pronto para receber nossos comandos. Neste ponto, o DOS esta no nvel de comando. O pronto do sistema tem tambm a finalidade de identificar o drive corrente, pois o DOS identifica seus drives com uma letra. Geralmente as letras mais usadas so A e B p/ drives de disquete e C para o disco rgido. 7 - MUDANA DE UNIDADE DE DISCO Para mudarmos o drive corrente basta digitarmos junto ao prompt do sistema a letra relacionada ao drive para o qual desejamos mudar seguida do sinal de dois pontos (:). Exemplo: A> b: B> c: C> 8 - COMANDOS: CLS: comando utilizado para se limpar a tela. Sintaxe: A:\>CLS ou C:\>CLS TIME: -comando utilizado para verificar e configurar a hora do sistema. Sintaxe: TIME hh:mm:ss Ex. TIME DATE: comando utilizado para verificar e configurara a data do sistema. Sintaxe: DATE mm-dd-aa Ex. C:\> DATE VER: -utilizado para exibir a verso do MS-DOS Sintaxe: VER Ex. C:\>VER TYPE: utilizado para se exibir o contedo de um arquivo tipo texto. Sintaxe: TYPE [unidade][caminho] nome arquivo Ex. C:\>TYPE arq1.txt C:\>TYPE a:\arq2.txt |MORE Obs. MORE- Permite a paginao na tela. COMANDOS DE REDIRECIONAMENTO O MS-DOS utiliza como entrada padro para seus comandos, o teclado e como sada padro o vdeo. Podemos alterar isto atravs do redirecionamento, para tanto utilizamos os sinais de menor que (<), maior que (>) e o pipe (|) ou >>(permite acrescentar um parmetro para o comando). Ex. c:\>TYPE a:arq1.txt >PRN MORE: comando utilizado para exibir o contedo de um arquivo tipo texto. Difere-se do comando TYPE porque exibe a listagem paginando. O comando MORE necessita de um redirecionamento de entrada. Sintaxe: nomedoarquivo | MORE ou MORE < nomedoarquivo Ex. TYPE arq1.doc |MORE (a sada do comando TYPE a entrada do comando MORE) MORE < a:arq2.txt (< - redireciona o MORE para a tela) MORE < arq3.txt >PRN (>PRN- redireciona para impressora ) Obs. + ou +break - cancela o comando. DIR: usado para exibir os arquivos, diretrios e subdiretrios. Se usado sem parmetros e opes, este exibir o nome de volume, o nmero de srie do disco, os diretrios, os arquivos e suas respectivas extenses, seus tamanhos, a data e a hora de criao ou alterao, o total de arquivos exibidos, seus tamanhos acumulados e o total de espao livre em disco em bytes. Sintaxe: DIR [unidade][caminho][/P][/W]/A:ATRIBUTOS] -Opes do DIR: -/P- exibe a listagem de arquivos e diretrios tela por tela -/W- exibe a listagem no formato horizontal com at 5 arquivos ou diretrios por linha. -/A- exibe os arquivos e diretrios que atendem aos parmetros especificados. -/A:H -arquivos ocultos -/A:-H -arquivos no ocultos -/A:R -arquivos somente de leitura -/A:-R -arquivos que no so somente de leitura -/A:D -somente diretrios -/A:-D -somente arquivos -/A:S -arquivos de sistema -/O- Opo que permite ao usurio definir a ordem de classificao a ser utilizada pelo comando DIR. Se o usurio no utilizar esta opo o comando DIR exibir a listagem dos arquivos e diretrios conforme aparecem no diretrio raz. -/O:N -por ordem alfabtica de nome(crescente) -/O:-N -por ordem alfabtica de nome(decrescente) -/O:E -por ordem de extenso(crescente) -/O:-E -por ordem de extenso(decrescente) -/O:D -por ordem de data(crescente) -/O:-D -por ordem de data(decrescente) -/S -exibe cada ocorrncia do arquivo especificado no diretrio corrente e seus subdiretrios. -/B -exibe todos os arquivos e subdiretrios, exceto os arquivos escondidos e do sistema, sem informao adicional. Ex. C:\>DIR /w C:\>DIR a:/p C:\>DIR b: /a:h C:\>DIR /a:-r /o:n C:\>DIR carta.doc /o:d /s C:\>DIR /a:d COPY -comando utilizado para copiar arquivos de um local para outro, utilizado para concatenar vrios arquivos gerando apenas um. Sintaxe: COPY[origem][destino] /V -Origem: refere-se ao local de onde o arquivo ou conjunto de arquivos sero copiados. -Destino: refere-se ao local para onde o arquivo ou conjunto de arquivos sero copiados. Opo: Ex. C:\>COPY a:*.txt b: C:\>COPY carta.doc carta.txt C:\>COPY b:t*.txt C:\>COPY b:t*.?xt c:\ws C:\>COPY b:normas.txt PRN C:\>COPY CON COMANDOS.BAT (cria o arquivo comandos.bat utilize CTRL + Z para finalizar texto) C:\>COPY a:\ws\*.txt \word C:\>COPY arq1.txt+arq2.txt b: C:\>COPY *.txt b: DEL(ERASE) -comando utilizado para se deletar, excluir um ou mais arquivos. Sintaxe: DEL [unidade][caminho] caminho /P Opo: /P -faz com que o MS-DOS mostre uma mensagem de confirmao para cada arquivo a ser deletado. Ex. C:\>DEL arq1.txt C:\>DEL *.$$$ C:\>DEL a:*.txt /P C:\>ERASE b:carta.doc C:\>DEL *.* REN- comando utilizado para se renomear um ou mais arquivos. Sintaxe: REN [unidade][caminho]arq1 arq2 Onde, [unidade][caminho]arq1 - correspondem localizao do arquivo ou arquivos a serem renomeados. arq2 - corresponde ao novo nome do arquivo ou conjunto de arquivos. Obs. Qualquer erro com o comando RENAME faz com que o MS-DOS envie uma mensagem de arquivo duplicado ou arquivo no encontrado. O MS-DOS no aceita dois arquivos com o mesmo nome no mesmo diretrio. Ex. C:\>REN arq1.txt arq2.txt C:\>REN a:*.doc *.txt C:\>REN carta.doc carta1.doc MD - comando utilizado para se criar um diretrio. Sintaxe: MD [unidade][caminho] nome diretrio Ex. C:\>MD editor C:\>MD \ws\texto C:\>MD\aula\rede CD - comando utilizado para se alterar o diretrio corrente. Sintaxe: CD [caminho] Onde, [caminho] - refere-se localizao para onde o usurio deseja ir. Ex. C:\>CD firmas C:\>FIRMAS>CD contas C:\FIRMAS\CONTAS>CD.. C:\USER\ALUNOS>CD..\PROFES\BECSOM RD - comando utilizado para se remover, excluir, deletar um diretrio. Sintaxe: RD[unidade][caminho]nome diretrio Obs. O MS-DOS no permite que um usurio delete um diretrio que no esteja vazio, ou seja, que contenha arquivos ou subdiretrios a no ser que seja utilizado o comando DELTREE. O MS-DOS no permite que deletemos o diretrio corrente. Ex. C:\>RD firmas\contas C:\>RD firmas PROMPT - comando utilizado para se alterar o prompt, o pronto do sistema. Sintaxe: PROMPT [texto] onde, [texto] refere-se a qualquer "texto" digitado pelo usurio Obs. O comando prompt quando utilizado sem parmetros faz com que o MS-DOS retorne o prompt sua configurao padro (default) que a unidade corrente seguida do sinal maior que (C>). CARACTER RESULTADO $G > $B | $T hora do sistema $D data do sistema $V verso do sistema $N unidade corrente $P diretrio corrente Ex. C>PROMPT tpd TPD PROMPT aula de sexta AULA DE SEXTA PROMPT $p$g C:\USER\PROFES>PROMPT a data $d A DATA : 22/06/93 VOL: comando utilizado para se exibir o nome de volume de um disco. Sintaxe: VOL [unidade:] Ex. C:\>VOL a: C:\>VOL b: C:\>VOL LABEL: comando utilizado para se incluir, alterar ou excluir o nome de volume de um disco. Sintaxe: LABEL [unidade:] nome Obs. -Se utilizarmos o comando LABEL sem parmetros o MSDOS exibe uma mensagem solicitando pela incluso do nome de volume do disco caso este no tenha. Em caso contrrio, sua alterao ou sua excluso. TREE: comando que permite que ao usurio exiba graficamente a estrutura hierrquica de diretrios. Sintaxe: TREE [unidade:][caminho] /F /A Opes: -/F -exibe tambm os arquivos contidos em cada subdiretrio do diretrio especificado. -/A -exibe a estrutura utilizando caracteres tipo texto. Ex. C:\>TREE a: C:\>TREE \ws /F C:\>TREE \ws /F |MORE C:\>TREE \ws /F >PRN PATH: comando que define um caminho de pesquisa para comandos e arquivos executveis. Sintaxe: PATH [unidade:caminho][;...] Obs. -O comando PATH quando usado sem parmetros, exibe o path corrente. -O MSDOS sempre procura por arquivos executveis ou comandos, primeiro no diretrio corrente. Ex. C:\>PATH a:;b:;c:\ws;c:\tp;c:\planilha\lotus; C:\>PATH; SYS: comando que copia os arquivos escondidos (IO.SYS e MSDOS.SYS) e o COMMAND.COM para um disco, fazendo com que este se torne um disco de "boot", pois estes so os arquivos necessrios para se dar "partida" no MS-DOS. Sintaxe: SYS unidade: Ex. C:\>SYS a: C:\>SYS b: CHKDSK: comando que gera um relatrio do estado do disco, com informaes como, total de espao em disco, espao ocupado em disco, espao livre em disco (todos em bytes), total de arquivos do disco, total de arquivos ocultos do disco, total de memria, total de memria disponvel. Este comando, tambm, exibe possveis erros lgicos e fsicos do disco, como por exemplo, unidades de alocao (erro lgico) perdidas ou setores defeituosos (erro fsico do disco). Sintaxe: CHKDSK [unidade:] /F /V Opes /F -corrige possveis erros lgicos do disco, como unidades de alocao perdidas. /V -exibe o nome de cada arquivo que est sendo verificado. Ex. C:\>CHKDSK a: /F /V C:\>CHKDSK Obs.: O usurio que possui uma verso do MSDOS igual ou superior 6.2 deve utilizar o utilitrio SCANDISK. Ele detecta, diagnostica e repara erros de disco. O SCANDISK pode reparar tambm seu sistema de arquivo (FAT - Tabela de Alocao de Arquivos). FORMAT: comando utilizado para se formatar um disco. O FORMAT cria uma nova FAT e um novo diretrio raz, cria trilhas novas e detecta reas defeituosas e as marca para no serem utilizadas posteriormente. Sintaxe: FORMAT [unidade:] /V:nome /S. Opes: /V:nome -coloca um nome de volume no disco a ser formatado. /S -copia os arquivos escondidos (IO.SYS e MSDOS.SYS e o COMMAND.COM) para o disco formatado, fazendo com que este se torne um disco de 'boot'. /Q - o que chamamos de formatao rpida. Esta opo cria uma nova FAT, um novo diretrio raz, mas no detecta nem marca reas defeituosas. Ex. C:\>FORMAT a: /S DISKCOPY: comando utilizado para se fazer uma cpia idntica do contedo de um disco para outro. Sintaxe: DISKCOPY [origem][destino] /V Opo /V -faz com que o MSDOS verifique se a cpia foi feita corretamente. Obs.: -O disco de destino no precisa estar necessariamente formatado, pois o MSDOS o formata enquanto copia. -Pode-se usar o mesmo drive para se efetuar a cpia. -Este comando s pode ser utilizado com disquetes. -Os disquetes tem que ter o mesmo formato, tipo. Ex. C:\>DISKCOPY a: b: /V C:\>DISKCOPY a: a: DEFRAG : o desfragmentador de arquivos do DOS. O MSDOS pode ou no gravar um arquivo em cluster seqenciais. medida que os arquivos vo sendo gravados ou apagados, o disco comea a ficar fragmentado, ou seja, esse fato acaba fazendo com que o acesso para leitura ou gravao de um arquivo acabe ficando mais lento. O DEFRAG copia os arquivos para setores consecutivos. Sintaxe: c:\> defrag MOVE : movimenta um ou mais arquivos para outra localizao no mesmo disco Sintaxe: c:\> move [origem] [destino] Ex. c:\> move c:\ws\arq1.txt c:\winword\doc ATTRIB: comando utilizado para definir ou exibir atributos de um arquivo. Sintaxe: ATTRIB +R -R +A -A +H -H +S -S arquivo /S Onde, +R -R -ativa/desativa o atributo de somente de leitura +A -A -ativa/desativa o atributo de arquivo +H -H -ativa/desativa o atributo de arquivo oculto +S -S -ativa/desativa atributo de sistema dos arquivos /S -ativa/desativa opo especificada em subdiretrio Ex. C:\>ATTRIB +R *.txt C:\>ATTRIB -A a:*.bak DOSKEY: comando utilizado para manter uma lista dos comandos digitados e permite a criao de macros. C:\>DOSKEY a) a seta para cima exibe o comando anterior da lista b) a seta para baixo exibe o prximo comando da lista c) PgUp -exibe o 1 comando da lista d) PgDn -exibe o ltimo comando da lista e) F7 -exibe a lista f) F9 -exibe a mensagem: "nmero da linha" C:\>DOSKEY /history >comandos.doc (joga lista de comandos no arquivo comandos.doc) FDISK: comando utilizado para particionar o disco rgido. Este comando pode ser utilizado a partir do PROMPT ou quando da instalao do MSDOS (setup). Cada sistema operacional possui caractersticas (padres) prprias, portanto, para se utilizar 2 ou mais S.O., num mesmo computador, deve-se "particionar" o disco. As Parties: a) Partio NO DOS: aquela partio do winchester que armazenar um sistema operacional no DOS e seus arquivos e diretrios. b) Partio Primria do DOS: aquela partio que contm os arquivos que do partida ao DOS (IO.SYS, MSDOS.SYS e COMMAND.COM). Deve ser a partio ativa. Geralmente o drive C. c)Partio Extendida do DOS: aquela que pode conter uma ou mais unidades lgicas (D,E,F,G,...). Cada unidade lgica pode conter arquivos e diretrios. EDIT Interface grfica que atravs do uso de cores, menus e grficos, oferece uma maneira visual para se trabalhar com o MS-DOS. As informaes so definidas em diferentes reas de sua tela sendo fcil encontr-las. EDIT o editor de textos do MSDOS. 9 - PROGRAMAS EM LOTE: Conjunto de comandos armazenados em um arquivo tipo texto (no formatado). Estes programas podem ser executados digitando-se o seu nome. Os programas em lote devem ter a extenso .BAT. Para cancelar um programa em lote digite CTRL + BREAK Vantagens da utilizao de programas em lote: a) personalizam o MSDOS b) agilizam a execuo dos trabalhos - para elabor-los utiliza-se um editor de textos (EDIT, WS, WORD, etc...) ou o comando COPY CON. -O arquivo AUTOEXEC.BAT um programa em lote que executado sempre que inicializamos a mquina. Ex. C:\>COPY CON exemplo.bat time date chkdsk a: copy arq1.txt a: ^Z ECHO -comando utilizado para ativar/desativar a exibio dos comandos. Tambm utilizado para exibir mensagens. Sintaxe: ECHO [ON/OFF] ECHO [mensagem] Ex. C:\>COPY CON teste.bat @ECHO OFF CLS ECHO. ECHO. ECHO *** programa exemplo *** ECHO *** de comandos *** ECHO *** do MSDOS *** ECHO. ECHO o diretrio TESTE contm os seguintes arquivos DIR c:\>TESTE ECHO *** fim de processamento *** ^Z PAUSE -comando utilizado para fazer uma parada no processamento de um programa em lote. Este comando emite a mensagem "pressione uma tecla para continuar". Ex. C:\>COPY CON testepause.bat @ECHO OFF CLS ECHO. ECHO. ECHO *** programa de cpia *** ECHO. ECHO insira um disco no drive A ECHO. PAUSE COPY *.doc a: ECHO. ECHO *** fim de processamento *** ^Z REM -comando utilizado para se incluir comentrios em um programa em lote. Ex. C:\>COPY CON quarto.bat @ECHO OFF REM programa : testelote.bat REM autor : ETE Pedro Ferreira Alves REM descrio : programa exemplo REM data : 01/04/05 time date dir /p ^Z CALL -comando utilizado para executar um programa em lote a partir de outro programa em lote. Ex. C:\>COPY CON call1.bat @ECHO OFF CLS ECHO. ECHO este o contedo do disquete DIR a:/P PAUSE CALL call2 DIR ^Z C:\>COPY CON call2.bat @ECHO OFF CLS Dir /W ^Z PARAMETROS EM ARQUIVOS DE LOTE: C:\>COPY CON parametro.bat @ECHO OFF REM descrio : programa que move um ou mais arquivos de um diretrio para outro CLS DIR %1 /P COPY %1 %2 DIR %2 ^Z C:\>parametro *.txt C:\ws COMANDOS IF E GOTO @echo off cls echo. echo. :inicio echo ***mensagem!!*** echo. pause if %1 == T goto teste if not exist sandro.txt goto erro :erro echo ***erro*** goto fim :teste echo *teste* :fim echo **fim**     PROF. SANDRO SISTEMAS OPERACIONAIS PAGE4 2rH I = > J K HI׫zc[P[P[P[P[P[Ph+h3CJaJh+CJaJ-h3h35>*OJQJ\^JaJ0mHsH2h+h35CJEHOJQJ\^JaJmHsH,h+5CJEHOJQJ\^JaJmHsH,h 5CJEHOJQJ\^JaJmHsHh6 CJ,aJ,mHsHh >*mHsHh mHsH(jh6 h >*CJ,UaJ,mHsHh CJ,aJ,mHsH23Oqrstuvwxyz{|}~$dhdd[$\$^a$Dzz (GHl$a$gd3 & Fd^`gdTgdT$$ # p@ P dhdd[$\$a$gdTdhgd+$$ # p@ P dhdd[$\$a$gd+ !GHILlm"456(*ij霂ymbymbH@5@h+hWK.CJaJhTCJaJ2h+hWK.5CJEHOJQJ\^JaJmHsHh+h3CJaJh+h35CJaJh+5CJaJ2h+h35CJEHOJQJ\^JaJmHsH,h+5CJEHOJQJ\^JaJmHsH h3h3OJQJ^JmHsH h+hThT2h+hT5CJEHOJQJ\^JaJmHsH,hT5CJEHOJQJ\^JaJmHsH5){ %%''--22234s5t557F9dh!$ # p@ P dhdd[$\$a$dhgd+! # p@ P dhdd[$\$gd+*z{|   ' %%%%''''''((,!,P,_,--22223334t555577:N:I;0<ppp$h 5EHOJQJ\^JmHsHh EHOJQJ^JmHsHh CJaJ h 5\h ,hT5CJEHOJQJ\^JaJmHsH,h 5CJEHOJQJ\^JaJmHsHh+hWK.5CJ\aJhT5CJ\aJhTCJaJh+hWK.CJaJ,F999:N:I;o;;;;0<~<<G===`??3@9@?@B@P@dh!$ # p@ P dhdd[$\$a$0<~<==`??3@9@B@P@S@@@@AALAqAtAAA,B`BBBCCCCEEsGGGGGGHHiHmHHH~mmmmm h 5OJQJ\^JmHsHh >*OJQJ^JmHsH h 6OJQJ]^JmHsHh CJaJhfh OJQJ^Jh OJQJ^JmHsH&h 56OJQJ\]^JmHsH,h 5CJEHOJQJ\^JaJmHsHh EHOJQJ^JmHsHh *P@@@@@ALAcAqAAAAA,B`BBBCCDD"E[EEEdh%$ # p@ P dhdd[$\$^a$E=GrGGGHfHHHHHI3IQI;JmJJ%$ # @`0 p@dhdd[$\$^a$%$ # P `0dhdd[$\$^a$%$ # p@ P dhdd[$\$^a$HHHHHHIII6I:IRITI>JBJpJuJJJJJJK%K*KMKOKKKLL>MDMMM4NNN5OGOJOQOOO#PPPPRRR򱡱͐ hfh OJQJ^JmH sH  h 6OJQJ]^JmHsHhfh 5OJQJ\^Jhfh OJQJ^Jh >*OJQJ^JmHsH&h 56OJQJ\]^JmHsH h 5OJQJ\^JmHsHh OJQJ^JmHsH2JJJ"KLKKL.L?LSLjLLLM=MMM N.NFNdN%$ # p@ P dhdd[$\$^a$%$ # @`0 p@dhdd[$\$^a$dNNN O/OGOOOO#P8PLPePPPPPfQQrRRRRS3SES%$ # p@ P dhdd[$\$^a$ES_SySSST(TDTaTTTTUVVdV|VwWWWWWWXX=X%$ # p@ P dhdd[$\$^a$RyS{STTV V|VVwW=XXXpYuYZZG[O[P[R[[[[/\D\H\\\]]^^^^````aabb|ccccKdMdddUe|eee ggźh CJaJhfh OJQJ^J h EHhfh mHsHh mHsH h 5OJQJ\^JmHsH&h 56OJQJ\]^JmHsHh OJQJ^JmHsH8=XQXsXXXX!Y9YKY_YpYYYZ[G[O[[[[ \'\D\\  ^%$ # p@ P dhdd[$\$^a$\\ ]o]]]^^^^```aTaoaab|ccKdddUe  ^%$ # p@ P dhdd[$\$^a$dhUe|eeee6fkffff ghhhi4i~iiiijMjjjj%$ # p@ P dhdd[$\$^a$dhgghhi4i:iiiiijjMjRjjjjjllnnnn7oPoooppqs*shsksostGtuuu{jj hfh OJQJ^JmH sH  h EH,h 5CJEHOJQJ\^JaJmHsHh CJaJh >*OJQJ^JmHsH h 5OJQJ\^JmHsHhfh OJQJ^J&h 56OJQJ\]^JmHsHh OJQJ^JmHsH h 6OJQJ]^JmHsH)jjZkekkkk!l6lalllnn5ooodh%$ # P `0dhdd[$\$^a$%$ # p@ P dhdd[$\$^a$oppqrrrs$s/s:sJsbskssst%$ # p@ P dhdd[$\$^a$  ^!$ # p@ P dhdd[$\$a$!$ #  ` 0p@dhdd[$\$a$tt,t7t;tAtGtet~ttttttuZuuuuuuuuv5v;v%$ # p@ P dhdd[$\$^a$uuvvwwwxMxxxxxxpyyyyyyDzEzGzHzJzKzMzNzPztzuzvzwz{z|zᦢ|xgZghT5OJQJ\^J!jhT5OJQJU\^JhT(hT5CJOJQJ\^JaJmHsH hT5OJQJ\^JmHsHhXjhXU#h 5>*OJQJ\^JmHsHhfh OJQJ^J&h 56OJQJ\]^JmHsHh OJQJ^JmHsH hfh OJQJ^JmH sH ";vAvSvYv{vvvvvwDwiwwwwwwwwx x$x*xMxVx\x%$ # p@ P dhdd[$\$^a$\xgxkxnxxxxxxxxx3y7yAyLySyVypyyyyyyyy%$ # p@ P dhdd[$\$^a$yyyyyzzz%z2z7zDzFzGzIzJzLzMzOzPztzuzvz 8!) 8!)&dP%$ # p@ P dhdd[$\$^a$|z}z~zzzzzǹh OJQJ^JmHsHhXhThT5OJQJ\^J!jhT5OJQJU\^J#hT5OJQJ\^JmHnHuvzzzzzzz%$ # p@ P dhdd[$\$^a$$a$ $$dNa$D 0 000&P P@PBP. A!7"7#7$7%  Ddpp\  C *ALogoEte2"b^ ݭp>H"s: Dn2 ݭp>H"sPNG  IHDRMFnۀ0PLTE)%"ROLxvthec:52XX䧧i!c tRNS="bKGDHgIFg6 cmPPJCmp0712Om ^IDAThkIL1fc,%&#hH¬#y}8{;QfcGIrHGŇ#83V7lw:rH}_UwOtq3 өW_}W_W WQ&YSB,+7dԚŹ ^kFl k õFts4kJk]Zo{ 5}zO,s˷ &s :RH2Ld2J'{$Qq)˜/.!+K=J赦,s.uإ]֐;1(yOE8tlZwއ*krWG }nV8gi?Kc?o<5ɶ WQl~S_~U(, nSg<&gkW0v'd.jvԫY]se Ȯ&bx]jQKmc&t|sfbXWlCR^ڰm˙iGkg jB5 ǼC䣂R JL!{8;_3}"ߌgy3KIܣE;Ъ&hPtB;tTҕ `@BTO3rڱjS6ewV`0g!}*zp'wVtG,#z8_Ţ,EA>uyU4wpa Vz9KpV'g*6ßsW&cb2&rc=T؜Kem^y>K'>7 ?N> _ݜmm'h*>zOyڋͥKCRN6ցG-QJwf~nTqӇs!/ouVO~ IQO?\GuN >z*%}vWڗ * %}މ]yuɳO N>{&YUDd*ýD $ZzjEXZ I=iq񖚮2> 'V/gQG_j—gw_XA(g$9Hք>sF07ODNwt^h6H#gO<'\TSz;;~ )9+}J|8Gv/G^'vrzS@rΎ^\ŋPͱ\9|Nq?s ZR,cJ P(S;H5ܜ E:g&OIPˢԽE eBͯL:N(q jeьB8HWUO&q@ 2Tw͹ˏ8\FI8@',)]d@2U074b7)< )]A:>59|oW}d)/ י٧7|:8Ӵi-r)Т2!@s b9gϹ0qYTpw7 }r~A&5R71zTܜM )l9'd}|sro*`qjAA8tpq;qqS>#go% Nq'8+ Nrrgh dXaTVpV>͸DKY\甛3`sJ3J.%VL 8͚;UO_f68gb0R'B(:-'8Q^+) 4p+nqb>L4->-+uD,^&P*v Y)_8qw~EK*ǭĞ@fV dLNjýGW 0(hp˼G'禹V1.9+u*v6}÷pΉv |0yA,j:xCH/VySҴ8zoKwEnR, qo07%6fQa' yy_09Ssk ==sR, MN7KҾt$r%Lؤ))rF9Q1/u ϙ6ҿw fAV|F9# eYb\މ,5iB|+=ӇY"q5Qog>O:;_^ך9|YW_6W&h IENDB`F@F Normal7$8$OJQJ_HmH sH tH|@| Ttulo 14$$ # p@ P @&a$6CJEHOJQJ]^JaJ@ Ttulo 2<$$ # p@ P  @&^ a$5>*CJ$OJQJ\^JaJ$@ Ttulo 34$$ # p@ P @&a$&5CJEHOJQJ\^JaJmHsH@ Ttulo 4J$$ # S ` 0p@dd@&[$\$^a$(56CJOJQJ\]^JaJmHsH@ Ttulo 5J$$ # p@ P dd@&[$\$^a$(56CJOJQJ\]^JaJmHsH@ Ttulo 6J$$ # p@ P dd@&[$\$^a$CJOJQJ^JaJmHsH@ Ttulo 7H$$ # p@ P dhdd@&[$\$a$&5CJEHOJQJ\^JaJmHsH>A@> Fonte parg. padroXi@X  Tabela normal :V 44 la ,k@, Sem lista D+@D Texto de nota de fim4 @4 Rodap  8!:@: Cabealho  8!B@" Corpo de texto<$ # p@ P dd[$\$a$ CJEHOJQJ^JaJmHsHC@2 Recuo de corpo de textoB$ # p@ P dhdd[$\$a$EHOJQJ^JmHsH"@ LegendaB$ # p@ P dhdd[$\$a$,56CJEHOJQJ\]^JaJmHsHd^@Rd Normal (Web)dd7$8$[$\$CJOJPJQJaJmHsH(W@a( WK.Forte5\r23Oqrstuvwxyz{|}~  ( G H l 5){%%***+,s-t--/F1112N2I3o333304~44G555`773898?8B8P888889L9c9q99999,:`:::;;<<"=[====?r???@f@@@@@A3AQA;BmBBBB"CLCCD.D?DSDjDDDE=EEE F.FFFdFFF G/GGGGGG#H8HLHeHHHHHfIIrJJJJK3KEK_KyKKKL(LDLaLLLLMNNdN|NwOOOOOOPP=PQPsPPPP!Q9QKQ_QpQQQRSGSOSSSS T'TDTTT UoUUUVVVVXXXYTYoYYZ|[[K\\\U]|]]]]6^k^^^^ _```a4a~aaaabMbbbbbZcecccc!d6dadddff5ggghhijjjk$k/k:kJkbkkkkkll,l7l;lAlGlel~llllllmZmmmmmmmmn5n;nAnSnYn{nnnnnoDoioooooooop p$p*pMpVp\pgpkpnppppppppp3q7qAqLqSqVqpqqqqqqqqqqqqrrr%r2r7rDrFrIrLrOrtrurvrrrrrr000000000q0q0q0q0q0q0q0q0q0q0q0q0q0q0q0000`0x00 0x 0x 0x 00 0 00x000000000x000 0 0 0(00(0(0(0(0(0(000x00000x0x0x00x0x0x0x0x0x000x0x0x0x0x0x000080x0x0x0x0x00x0x0x00x00x8000<0<0<x0<00<00<0< 0< 0< 0<@0<x0<x0<x0<x0<x0<0<x0<0<x0<x0<0<x0<x0<x0<x0<x0<x0<x0<00<00<00<00<00<@0<x0<x0<x0<x0<0<x0<0<x0<x0<x0<0<x0<x0<x0<x0<x0<x0<x0<x0<0<00<0<0<0<0<0<H0<x0<x0<x0<x0<0<x0<x0<0<x0<x0<x0<x0<x0<x0<x0<x0<0<0<x0<x0<0<0<0<P0<x0<x0<x0<x0<0<x0<x0<0<x0<x0<0<x0<x0<x0<x0<x0<0<00<00< 0< 0< 0<00<P0<x0<x0<x0<x0<0<x0<0<xX0<x0 W0 Wx0 W0 Wx0 W00 Wx0 W00 W00 W0X0<00[00[00[X0[x0[x0[x0[0[x0[0[x0[x0[X0<x0_x0_x0_00_00_x0_00_x0_00_0_0_`0_x0_x0_x0_x0_x0_0_0_x0_x0_0_x0_x0_0_x0_x0_x0_x0_x0_0_00_00_00_00_0_`0_x0_xH0<x0@jx0@jx0@jx0@jx0@j0@j0@jx0@jx0@jx0@jx0@jx0@jx0@j0@j0@j00@j0@j00@jh0@jx0@jx0@jx0@jx0@j0@jx0@jx0@j0@jx0@jx0@jx0@jx0@j0@j00@j00@jx0@j0@j 0@j00@j 0@j00@j 0@j0@j0@j0@j(0@jp0@jx0@jx0@jx0@jx0@j0@jx0@jx0@j0@jx0@jx0@j0@jx0@jx0@jx0@jx0@jx0@j00@j0@j00@jx0@j00@j00@j00@j 0@j 0@j 0@jp0@jx0@jx0@jx0@j0@j0@jx0@jx0@jx0@jx0@jx0@jx0@jx0@jx0@j0@j0@jx0@j0@jx0@j00@jx0@j00@j 0@j 0@j 0@j 0@j 0@jp0@jx0@jx0@jp@0@0@0@0@0@0@0@0@0@0@00 r0R 22<<>A*0<HRgu|zz>BDFIMQUYF9P@EJdNES=X\Uejot;v\xyvzz?ACEGHJKLNOPRSTVWXZz@279A!8@0(  B S  ?rzM$"zM ("nprnpr>*urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags PersonName EM ARQUIVOS DE LOTE em lote. Ex. ProductID_hio*34:m   , 7 ~  * M P  ? E  $%-DLhl&. ~ny&&.Zbyy~`f{2<$$$$$$$$%%(%.%6%:%<%@%t%{%&&&&''((i)o)))U*c*,+2+,,2454c4f455666647:77777778888L9S9]9b9{;;<<<<====5B9B=F@FUFXF[F]FFFFFFFFFFFFF@GCGmGtGH!H4H7H^HaHHHJJJJJJVK^KLL&M,MMMGNMNNNOOMPPPTTTT9T;TTTUUZZ\\L^Q^_&_``bbbbccccmdtdddGeLeee,g1g@gIgjjk#k@kFk"l+lmm-n2nnnooppfqiqqqqqqqqqqqqqqqr rrr%r)r7r;rDrDrFrFrGrGrIrJrLrMrOrPrrr.*!.Ub!P_&&&')*)))e**S+b+,,(0+010X02244!5#5~5555j6r6g9i9::::;;==R?[?p@@@@SA[AaBkBBBBBBBC C>CJC(E/E>F@FVFXF[F]FtFFJGPGGGvHHHHIIIIK"KLL6S?SWWYY[?\n]w]^^V_w_a a aaTbkb(f5fffggsjj*k.k5k9k@kFkPkTkqqqqqqqqDrDrFrFrGrGrIrJrLrMrOrPrUrrr333333333333333333O H m , *^12rJJL/LM N=PZP!QTQSSoUUTYxY\\^^bbDrDrFrFrGrGrIrJrLrMrOrPrtrrrDrDrFrFrGrGrIrJrLrMrOrPrrrj*й}][XPxd))^)`o(-h^`OJQJo(hHh^`OJQJ^Jo(hHohpp^p`OJQJo(hHh@ @ ^@ `OJQJo(hHh^`OJQJ^Jo(hHoh^`OJQJo(hHh^`OJQJo(hHh^`OJQJ^Jo(hHohPP^P`OJQJo(hH^`OJPJQJ^Jo( ^`OJQJo(o pp^p`OJQJo( @ @ ^@ `OJQJo( ^`OJQJo(o ^`OJQJo( ^`OJQJo( ^`OJQJo(o PP^P`OJQJo(j}][XzN7  6 +WK.JOXT3@v f @HP DeskJet 840C/841C/842C/843CLPT1:winspoolHP DeskJet 840C/841C/842C/843CHP DeskJet 840C/841C/842C/843CXC 4d,,A4DINU"4$WVK$$$$HP DeskJet 840C/841C/842C/843CXC 4d,,A4DINU"4$WVK$$$$( :r`@UnknownGz Times New Roman5Symbol3& z Arial5& zaTahomaWTms RmnTimes New RomanI& ??Arial Unicode MS?5 z Courier New;Wingdings"VB?@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ[]^_`abcefghijklmnopqrstuvwxyz{|}~Root Entry F5 Z.Data \1Tabled]WordDocumentFSummaryInformation(DocumentSummaryInformation8CompObjn  FDocumento do Microsoft Word MSWordDocWord.Document.89q